PAD principal: 3869/2025
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FASES DO PLANEJAMENTO INTEGRADO DAS ELEIÇÕES 2026
1. PLANEJAMENTO
2. EXECUÇÃO
3. MONITORAMENTO
4. AVALIAÇÃO/LIÇÕES APRENDIDAS
PLANEJAMENTO
O planejamento do Projeto Eleições consiste na definição de estratégias, atividades, responsáveis e recursos necessários para o pleito. Envolve reuniões setoriais e intersetoriais, elaboração orçamentária e distribuição de tarefas. A fase se encerra com o evento de Kick Off🔗, que valida as diretrizes. Essa fase compreende:
definição de estratégias e diretrizes gerais;
identificação de ações, iniciativas, metas e recursos;
acompanhamento do desempenho das atividades;
elaboração de planos de ação por macroprocessos, garantindo visão integrada e padronização de procedimentos.
EXECUÇÃO
As estratégias planejadas são transformadas em ações concretas, desenvolvidas de forma coordenada, com a participação integrada das unidades da sede e das zonas eleitorais.
Principais atividades de execução no 1º Grau (zonas eleitorais):
Atendimento ao Eleitor (final de prazo e depuração do cadastro): alistamentos, transferências, revisões eleitorais e depuração do sistema ELO.
Convocação e capacitação de mesários e colaboradores: identificação e convocação de mesários, secretários de prédio e auxiliares do juízo; elaboração de material de capacitação; realização de treinamentos (EaD e presenciais); controle e pagamento de auxílio-alimentação.
Gestão de locais de votação: vistoria e requisição de locais, verificação de condições (instalações elétricas, acessibilidade, segurança), levantamento de necessidades (materiais, contatos), registro de coordenadas geográficas e elaboração de planos de contingência (locais de risco, falta de energia).
Geração de mídias e carga/lacração das urnas eletrônicas: preparação e geração de mídias, carga e lacração das urnas.
Transporte de urnas e materiais: definição de roteiros de entrega e coleta, requisição de veículos e motoristas, elaboração de controles e recibos.
Poder de polícia: fiscalização de práticas ilegais, especialmente propaganda irregular e atos que comprometam a segurança do processo eleitoral.
Dia da eleição (véspera e dia): vistoria de véspera dos locais de votação (verificação de urnas, baterias); organização das seções; gerenciamento do fluxo de eleitores; registro de ocorrências; atuação em contingências (problemas na urna, falta de energia); totalização e transmissão de resultados; recebimento de materiais.
Pós eleição: identificação de mesários faltosos, análise e decisão sobre justificativas, prestação de contas do auxílio-alimentação a mesários e colaboradores: conferência e guarda de materiais e urnas eletrônicas, análise das prestação de contas eleitorais dos partidos.
Relatórios de produtividade e lições aprendidas: elaboração de documentos que subsidiem a avaliação e o aperfeiçoamento contínuo do processo eleitoral.
Principais atividades de execução no 2º Grau (Sede do Tribunal):
Fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação: realização do Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e do Teste de Autenticidade dos sistemas instalados.
Atuação nos processos eleitorais:
a) registro de candidaturas;
b) fiscalização da propaganda eleitoral e das pesquisas de opinião;
c) prestação de contas eleitorais;
d) apuração e totalização dos votos;
e) diplomação dos eleitos;
f) condução de investigações sobre fraudes ou irregularidades;
g) julgamento dos recursos interpostos contra decisões dos Juízos de 1º Grau.
Reuniões com partidos políticos: promoção de encontros com representantes partidários para orientação sobre registro de candidaturas, propaganda eleitoral, prestação de contas, fiscalização, auditoria, entre outros temas relevantes.
Apoio às zonas eleitorais: apoio operacional às zonas eleitorais, por meio do deslocamento de servidores para atuação presencial nos cartórios, conforme demanda local e critérios estabelecidos pelo Tribunal.
Apoio às unidades da sede: servidores das zonas eleitorais podem ser designados para auxiliar a SECJUD e Juízes Auxiliares nos processos eleitorais.
Gestão orçamentária e de contratações: administração de contratos de transporte de urnas, terceirizados, motoristas, equipamentos e técnicos. A Coordenadoria de Gestão e Logística das Eleições (CGLE) atua como gestora e fiscalizadora desses contratos.
Gerenciamento de riscos estratégicos: acompanhamento de pontos críticos, tais como: fechamento do cadastro, convocação de mesários, registro de candidatos, preparação das urnas, disponibilidade de locais de votação, dia da eleição, prestação de contas e diplomação.
Inserção do Plano Integrado das Eleições no sistema Prisma: monitoramento contínuo das atividades e projetos.
Sistemas eleitorais: implementação, monitoramento e segurança.
Relatórios de produtividade e lições aprendidas: elaboração de documentos que subsidiem a avaliação e o aperfeiçoamento contínuo do processo eleitoral.
MONITORAMENTO
A fase de monitoramento contempla a definição de prazos e responsáveis para cada atividade, adotando indicadores e metas como instrumentos fundamentais para medir o desempenho, acompanhar a evolução das ações e avaliar o andamento dos processos eleitorais.
É atribuição do gerente do projeto conduzir esse monitoramento, assegurando a gestão de riscos, com identificação, avaliação e tratamento de eventos que possam comprometer o pleito, bem como a aplicação tempestiva de medidas corretivas.
Objetivos do monitoramento:
Acompanhar a execução orçamentária encaminhada pelo TSE em janeiro de 2026, assegurando sua correta aplicação e eventuais devoluções em dezembro do mesmo ano;
Garantir a execução eficiente e segura das ações relacionadas ao pleito;
Reduzir riscos e evitar retrabalho, entregando um serviço de excelência à sociedade;
Atuar como elo entre estratégia e operação, garantindo coerência entre planejamento e execução;
Difundir conhecimento institucional, assegurando o acesso a informações essenciais à gestão das eleições;
Sistematizar rotinas de trabalho, promovendo maior agilidade na tomada de decisões, melhor alocação de recursos e controle das etapas do pleito;
Fomentar o aprimoramento contínuo da gestão eleitoral, com foco na qualificação dos processos e na integração do corpo funcional.
AVALIAÇÃO/LIÇÕES APRENDIDAS
A avaliação constitui a fase de análise crítica e sistemática de todas as etapas do processo eleitoral, permitindo identificar acertos, falhas, riscos enfrentados e oportunidades de melhoria. Essa etapa é fundamental para retroalimentar o ciclo de planejamento, garantindo a evolução contínua do Projeto Eleições.
Objetivos da Avaliação:
Verificar se os resultados alcançados corresponderam às metas estabelecidas.
Identificar práticas exitosas que possam ser replicadas em futuros pleitos.
Apontar falhas e fragilidades que demandam ajustes.
Recolher sugestões das unidades envolvidas, consolidando experiências.
Proporcionar maior eficiência, segurança, transparência e acessibilidade às próximas eleições.
O Relatório de Lições Aprendidas, compila as dificuldades, desafios e sugestões de melhorias. O documento visa:
identificar modificações necessárias nos procedimentos definidos;
registrar novas exigências ou a dispensabilidade de ações;
avaliar a eficiência e a conveniência de aperfeiçoar processos;
examinar a relevância das atividades planejadas.
CALENDÁRIO DE REUNIÕES
ATAS DAS REUNIÕES
As atas das reuniões estão no Notebook LM🔗, para facilitar a consulta.
PLANO INTEGRADO DAS ELEIÇÕES 2026
Em breve.